segunda-feira, 10 de agosto de 2015

The Flash - The Dastardly Death of the Rogues



CONTÉM SPOILERS

Como referi ontem, era bem provável que continuasse a ler os livros do Flash pós-Rebirth, do Geoff Johns, e ainda ontem comecei este Death of  the Rogues, desta vez ilustrado não por Ethan Van Sciver, mas por Francis Manapul. Manapul (já o conhecia da série Superboy: The Boy of Steel) têm um estilo de desenho muito próprio e muito diferente do de Van Sciver, mas isso em nada prejudicou esta publicação.

Em seguimento aos eventos do Rebirth, Barry Allen está de volta à sua vida, à sua mulher e à carreira na investigação forense, e é nesta vertente que a história se cinge: A policia de Central City encontra um cadáver do Mirror Master (Mestre dos Espelhos) um dos membros dos Rogues, a galeria de vilões do Flash, mas este cadáver têm uma particularidade: Não é de nenhuma das incarnações do Mirror Master conhecida. De facto, o corpo nem está registado na base de dados da policia.

T.N.T. - Todos no Top
Eis que surge uma outra equipa de Rogues, não os que conhecemos, mas uma encarnação do futuro, do século XXV, em que os Rogues se renegaram e actuam como uma força da lei. O Mirror Master morto era um dos agentes desta força policial e segundo os dados históricos, o seu assassino foi o próprio Flash. Isto tudo sem contar que o Captain Boomerang se evadiu da prisão. Exacto. George "Vou usar objectos que regressam para mim, e armadilhá-los com explosivos para derrotar o Flash" Harkness, após ter misteriosamente ressuscitado dos mortos devido aos eventos do Brightest Day, arranjou maneira de fugir da prisão, e parece mais determinado do que nunca a vingar-se do velocista.

Como tinha dito anteriormente, Manapul têm um estilo muito próprio e, muito bom. Não é dos meus artistas favoritos, mas reconheço que é, sem sombra de dúvida, um grande ilustrador. O seu estilo combinado com a narrativa e as ideias de Johns, dão uma combinação potente: Desde as ideias para os usos da velocidade do Flash (como reconstruir um apartamento, ou desmontar peça por peça um carro) ao próprio conceito dos Renegades (os Rogues do futuro), a painéis interactivos (como o a dizer "Wanted" com as caras dos Rogues), o espelho do Mirror Master original (que para quem já leu o Flashpoint, é um regalo compreender a origem dos eventos), ou simplesmente ilustrações da cidade ou mesmo os diálogos. É brilhante.
O dito cartaz
Os tie-ins ao evento Brightest Day não prejudicam a história, e devo dizer que o último capítulo, em que conhecemos a origem do Captain Boomerang é espectacularmente deliciosa. Isto é o melhor de Johns, pegar em personagens classe B e C, e fazer com que o leitor se identifique e se preocupe com elas.
O twist final é bom, mas nada por aí além. Acaba com uma "preparação" para o evento Flashpoint. Mas até lá, ainda falta o volume The Road to Flashpoint, que possivelmente irei publicar neste estaminé amanhã.



Já sabem a lenga-lenga. Se comprarem aqui, estão-me a ajudar em 5% do valor da compra, sem custos adicionais.



The Flash: The Dastardly Death of the Rogues
Geoff Johns, Francis Manapul e Scott Kolins
Nota: 8/10




2 comentários:

  1. No he leído cómics de Flash hace tanto tiempo pero echo de menos al personaje.

    Quería darte las gracias por visitar mi blog y también aprovecho para invitarte a que leas mi propio cómic:

    https://www.comixology.com/Un-American-Chronicles-1/digital-comic/95418

    Y si te animas a escribir una reseña sería genial. Espero que sigamos en contacto.

    Saludos,

    Arion.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Thanks! (I understand spanish, but I don't speak it)
      I will keep following your blog and don't worry, soon I will check your comic too :)

      Eliminar